dezembro 10, 2009

DISLEXIA muitas vezes é associado com outras patologias comportamentais

Crianças inquietas cada vez mais são diagnosticadas como portadoras de transtorno de deficit de atenção e hiperatividade


Mas é preciso cuidado com excessos na medicação






Silvia Pacheco

Publicação: 08/12/2009 08:00 Atualização: 08/12/2009 10:32
À primeira vista, o pequeno João Cláudio, 6 anos, é igual a qualquer outra criança de sua idade: curioso, alegre, espontâneo, amoroso. Sua rotina, contudo, o difere da maioria. João é portador de transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Fica disperso por qualquer motivo, começa as coisas e não termina, é inquieto e impulsivo. Por isso, seus pais não perdem o foco no pequeno na hora de cobrar limites e criar estratégias para que ele supere e conviva bem com o TDAH. "É uma luta diária e uma atenção redobrada em tudo que ele faz e do jeito que faz. Com muita informação e ajuda multidisciplinar, vencemos a cada dia", diz Denise Ribeiro Rocha, mãe de João.


Assim como João Cláudio, cerca de 8% das crianças em idade escolar apresentam os sintomas do TDAH (veja quadro). Muitas vezes, é a escola que os detecta e alerta os pais para procurarem um neuropediatra. São esses médicos, com ajuda de fonoaudiólogos e psicopedagogos, que fazem o dignóstico. "Os primeiros sintomas costumam aparecer na escola, quando o rendimento cai ou o comportamento muda", explica o pesquisador e professor de neurologia infantil da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Aucélio. O médico enfatiza, entretanto, que é preciso levar em conta a natureza da criança antes de rotulá-la como tendo TDAH. "Criança por si só é curiosa, tirana e gosta de testar. Os pais devem estar atentos se a criança estiver tendo prejuízos na escola e no social. Se isso estiver acontecendo, o ideal é procurar o neuropediatra e começar uma investigação."
 
 


Segundo o médico, muitas vezes o TDAH é associado com outras patologias comportamentais, como o transtorno bipolar, associado com um quadro de ansiedade, transtorno obssessivo compulsivo, dislexia e autismo, entre outros. "Cabe ao médico neurologista diferenciar essas patologias, pois muitas vezes elas se misturam e isso pode tornar mais difícil o diagnóstico preciso", enfatiza. Aucélio alerta que o diagnóstico correto do TDAH deve ser feito por meio de entrevista com o paciente ou ou responsável, exames neurológicos e de potencial cognitivo e avaliação com um fonoaudiólogo especialista. "É preciso entender três fatores importantes: como a informação chega ao cérebro, como ela é processada e como o cérebro resgata essa informação. Com essas respostas, conseguimos descartar outras patologias comportamentais ou disfunções que afetam o desenvolvimento da criança, antes de receitar a medicação."




Longa busca

Denise, a mãe do pequeno João Cláudio, relata que levou quase dois anos para que seu filho fosse diagnosticado com segurança. "Foi uma busca incessante de respostas para o que meu filho tinha, pois não há um exame específico que detecte o TDAH", conta. João passou por dois neuropediatras e por baterias de exames neurológicos. Ambos os médicos diagnosticaram TDAH e receitaram a medicação - metilfenidato, conhecido como Ritalina. Porém, Denise relutou em dar o remédio. "Não sabia o que a medicação poderia acarretar. Não queria aquilo para o meu filho, porque não estava segura de nada", lembra. Denise continuou com a investigação até chegar ao Hospital Sarah - que tem uma pesquisa (1) em TDAH -, onde João foi realmente diagnosticado como portador do problema. "Não tenho problema com a medicação, meu problema era com a minha insegurança de estar fazendo o certo para o meu filho diante de um diagnóstico incerto", declarou.
 
 


Aucélio explica que o uso do metilfenidato é de extrema importância para o TDAH. Entretanto, ele não descarta o tratamento multidisciplinar com psicólogo, pedagogo e fonoaudiólogo especialista. "Acho que esses profissionais têm uma grande importância no tratamento, pois ajudam o paciente a conviver com o TDAH, além de zerarem disfunções consequentes do transtorno." A fonoaudióloga e psicopedagoga especilista em TDAH Regina Celi Schettini acredita que o remédio só deve ser prescrito quando os prejuízos sociais e acadêmicos forem de grande escala. "O TDAH é como um quebra-cabeças. Algumas vezes, a pessoa acha que é e depois descobre que o problema está em outro lugar", conta.




Schettini relata que muitos dos pacientes que chegam ao seu consultório com sintomas de TDAH na verdade têm um transtorno do processo auditivo (TPA), uma alteração auditiva que faz com que a pessoa não consiga compreender o que o outro fala. Essa alteração faz com que a criança, ou adulto, precise desenvolver um enorme esforço para entender o que o outro fala. Por conta desse esforço, a pessoa fica cansada e isso gera desatenção. "Existem agravantes visuais e ortópticos (estrabismo, lateralidade cruzada ou alternada) que podem ser a causa da desatenção. Tudo tem que ser investigado com cautela", explica a fonoaudióloga.



Leia a íntegra da reportagem na versão impressa do Correio

Ouça entrevista com o pesquisador e professor de neurologia infantil da UnB Carlos Aucélio

novembro 20, 2009

DISLEXIA : Primeira rede social do Brasil voltada para a área de saúde e qualidade de vida.

O Portal Banco de Saúde, site dedicado a oferecer informações de confiança em saúde, lançou recentemente a primeira rede social do Brasil que trata de qualidade de vida e bem-estar.


Foi fundado em 2008 pelo médico José Hamilton Vargas, com objetivo de revolucionar a forma com que as pessoas cuidavam da própria saúde e da de seus familiares.

O site conta com uma equipe de médicos, programadores, nutricionistas, dentistas, enfermeiros, profissionais de educação física, fisioterapeutas, profissionais de marketing e jornalistas, todos colaborando para levar mais saúde e qualidade de vida para dentro e fora da internet.

Agora o portal lançou-se como o primeiro site do Brasil a ter uma rede social voltada para a área de saúde e qualdiade de vida, as Comunidades de Saúde. Um ambiente onde os membros podem compartilhar informações,trocar experiências de vida e obter apoio mútuo, tendo a sua disposição um conteúdo de confiança sobre saúde.

Entusiasta da nova geração que transformou a internet usando os blogs, redes de relacionamento e comunidades na Web 2.0, o Banco de Saúde está introduzindo uma nova forma de pensar em saúde e qualidade de vida. Por meio das Comunidades de Saúde o site vem revolucionando o uso das redes sociais, que antes eram usadas basicamente para fins de entretenimento e diversão, buscando assim , incentivar uma vida mais saudável.

As Comunidades de Saúde foram criadas para as pessoas poderem compartilhar idéias, tirar dúvidas, apoiar umas às outras e espalhar uma vida melhor, transformando informação em atitude.
Além de proporcionar um espaço com mais qualidade para quem quer trocar informações sobre saúde na internet, a rede social conta com a participação e o apoio de diversos profissionais da área de saúde, que se disponibilizam em tirar dúvidas e oferecer um conteúdo relevante para os usuários.

Nas Comunidades de Saúde você tem a oportunidade de trocar idéias, conversar sobre saúde, contar a sua história, buscar apoio e também fazer de sua experiência inspiração para uma vida melhor.

Para fazer parte da rede social basta acessar www.bancodesaude.com.br e trocar experiências com diversas outras pessoas que incentivam uma vida com mais qualidade.

novembro 11, 2009

O8 DE NOVEMBRO: DIA NACIONAL DA DISLEXIA.

Los padres de disléxicos piden más actuaciones




La asociación ASDIJA celebra mañana el Día nacional con un acto en Asuntos Sociales

Maribel Casas lleva dos años luchando para que la Asociación de Dislexia de Jaén y otras Dificultades del Aprendizaje (ASDIJA) se haga un hueco en la sociedad jienense y agrupe cada vez a más padres como ella, que tienen hijos con un problema que afecta al 5% de la población y que en muchas ocasiones se desconoce.


Hasta el momento ha conseguido que casi un centenar de familias se unan a la asociación y mañana domingo van a celebrar el Día de la Dislexia con un acto muy importante, en el que además de contar con presencia institucional, también van a tener la gran satisfacción de inaugurar su sede, en la calle Compañía de la capital jienense, en un local cedido por la Agrupación de Cofradías.

La dislexia es un trastorno que se manifiesta en dificultades específicas para el aprendizaje, fundamentalmente las relacionadas con la lectura, escritura, comprensión, orientación temporoespacial, memoria de trabajo o la velocidad de procesamiento. Es en muchas ocasiones la responsable del fracaso escolar y lo peor es que algunos docentes ni siquiera están preparados para detectarla, por lo que los problemas en clase se achacan a la falta del interés del alumno.

«Si nos preguntáramos cual es el enemigo de la dislexia, la respuesta es la poca información que existe en nuestra sociedad acerca de esta dificultad y por ello la gran invisibilidad que existe de este alumnado, y no solamente de niños, sino también de adultos que lamentablemente no vienen mencionados en ninguna parte, pero que por supuesto existen», manifiesta la presidenta, que se congratula de que mañana se vaya a presentar institucionalmente la asociación.

Será en un acto que tendrá lugar a las diez de la mañana en el Patronato de Asuntos Sociales y en el que intervendrán la delegada de Educación, Angustias Rodríguez, así como Isabel del Jesús, psicóloga y logopeda, colaboradora de la asociación. Maribel recuerda que pueden asistir todos los jienenses que lo deseen.

También se procederá a la entrega de premios del concurso de dibujo 'Buscamos nuestra mascota', con el que ASDIJA buscaba un símbolo que les represente.

Intel Reader transforma texto impresso em palavras faladas

Intel lança dispositivo móvel para pessoas com deficiências que dificultam a leitura, como dislexia, problemas de visão e até cegueira





A Intel Corporation anunciou hoje o Intel Reader, um dispositivo móvel projetado para aumentar a independência das pessoas que possuem problemas de leitura. O Intel Reader pode ajudar cerca de 55 milhões de pessoas nos Estados Unidos que possuam dislexia ou outras deficiências específicas de aprendizagem ou tenham problemas de visão, como cegueira parcial ou total, o que torna a leitura de palavras impressas difícil ou impossível.



O Intel Reader tem o tamanho similar ao de um livro e converte texto impresso em texto digital para depois lê-lo em voz alta para o usuário. O seu design único combina uma câmera de alta resolução com o poder do processador Intel® Atom™, permitindo que os usuários escutem o texto impresso. O Intel Reader estará disponível nos Estados Unidos por meio de revendedores selecionados, incluindo CTL, Don Johnston Incorporated, GTSI, Howard Technology Solutions e HumanWare.



Grandes quantidades de texto, como um capitulo inteiro de um livro, poderão ser facilmente capturadas para leitura posterior quando o Intel Reader for utilizado em conjunto com o Intel® Portable Capture Station. Os usuários terão acesso confortável e flexível a uma variedade de materiais impressos, ajudando não apenas a aumentar a liberdade deles, mas também a melhorar a produtividade e a eficiência na escola, no trabalho ou em casa. O Intel Reader possui o endosso da Associação Internacional de Dislexia como um avanço importante nas tecnologias de apoio. Além disso, a Intel está trabalhando com a Associação de Tecnologias de Apoio em seus programas, o Conselho da Criança Excepcional, a Lighthouse International, o Centro Nacional de Problemas de Aprendizagem e a Federação Nacional dos Cegos para ajudar a suprir as necessidades das pessoas que possuem dificuldade para ler.



“A especialidade do Grupo de Saúde Digital da Intel é encontrar soluções tecnológicas inovadoras para melhorar a qualidade de vida”, declarou Louis Burns, vice-presidente e gerente geral do Grupo de Saúde Digital da Intel. “Estamos orgulhosos em oferecer o Intel Reader como uma ferramenta para as pessoas com problemas para ler impressos padrões, para que elas possam ter um acesso mais fácil às informações necessárias para o nosso dia-a-dia, como ler uma oferta de trabalho ou até o cardápio de um restaurante”.



O conceito original do Intel Reader veio de Ben Foss, um pesquisador da Intel identificado na escola elementar como um entre os 20% de pessoas de todo o país que apresentam sintomas de dislexia. Por toda a escola, universidade e pós-graduação, ele dependeu da leitura de outros para ele ou de um duro processo para extrair as letras da página sozinho. Como adulto, muito do conteúdo que ele desejava, desde conteúdo profissional a leitura por prazer, não estava disponível em áudio.



“Como uma pessoa que faz parte da comunidade de dislexia, estou feliz em poder ajudar a igualar as condições para pessoas que, como eu, não possuem acesso à palavra escrita”, declarou Foss. “O sentimento de solidão normalmente aparece por não sermos capazes de ler facilmente. Esperamos abrir as portas para as pessoas dessas comunidades. O Intel Reader é uma ferramenta que pode ajudar as pessoas com dislexia, cegueira parcial ou total, além de outros problemas que dificultem a leitura, a acessarem os recursos necessários para participarem e serem bem sucedidos na escola, no trabalho e na vida”.



Para mais informações sobre o Intel Reader ou onde comprá-lo, visite reader.intel.com.

outubro 25, 2009

DISLEXIA: CURSO EM NOVEMBRO.

DISLEXIA: CURSO EM NOVEMBRO 06 E 07 NA CIDADE DE CHAPÉCO -SC.







CURSO DE PANLEXIA


DISLEXIA : O que é dislexia?




Introdução


O que é dislexia?

Pessoas com dislexia têm dificuldades de processamento de informação escrita. Isto pode causar problemas com a leitura, escrita e ortografia.



Na comunidade médica, existem muitas diferentes definições de dislexia. Entretanto, a maioria dos especialistas concorda que as pessoas com dislexia têm uma dificuldade de fazer uma ligação entre as palavras escritas e cartas, e os sons que eles representam.



A dislexia é geralmente definida como uma deficiência de aprendizagem, no entanto, convém sublinhar que o estado não tem nenhum efeito na inteligência.



Quão comum é a dislexia?

Estima-se que entre 5-10% das pessoas são afetadas pela dislexia.



Estudos realizados parecem sugerir que a doença é mais comum em meninos. No entanto, alguns especialistas têm argumentado que estes números podem ser enganadores como meninas podem ser melhores em esconder a sua dislexia confiando em suas habilidades verbais, enquanto os meninos são mais propensos a ser manchado em uma idade precoce, elas tendem a ser mais agitada na escola.



Tarifas da dislexia são as mesmas em todos os grupos étnicos, mas a linguagem desempenha um fator. Por exemplo, os países que têm as línguas em que há uma ligação clara entre a forma como uma palavra é escrita, e como soa, como espanhol ou italiano, apresentam taxas mais baixas de dislexia.



A dislexia é uma maneira diferente de pensar

Alguns especialistas têm argumentado que não é correcto classificar a dislexia como um problema com o pensamento, sublinhando que esta é apenas uma maneira diferente de pensar. Pessoas com dislexia têm dificuldades só porque eles são forçados a se adaptar a um mundo não-disléxicos.



Por exemplo, a maioria dos métodos de ensino e muitas áreas de trabalho tendem a enfatizar as habilidades que as pessoas com dislexia têm problemas com, como leitura, escrita, lembrando-se listas e grupos, e organização e planejamento.



No entanto, as habilidades que as pessoas com dislexia tendem a ser melhor das hipóteses, como o pensamento criativo, a consciência visual, resolução de problemas e comunicação verbal, só tendem a ser salientado em determinadas áreas, como as artes, a mídia, além de um número de disciplinas científicas, como física, matemática e programação de computadores.



Brain estudos de imagem têm demonstrado que pessoas com dislexia usar diferentes partes do seu cérebro, e utilizar mais o hemisfério direito do cérebro, que está envolvida nos aspectos mais criativos do pensamento.



Pessoas com dislexia muitas vezes:



ter boas habilidades verbais,

ter boas habilidades sociais,

são capazes de pensar lateralmente e resolver problemas, fazer conexões inesperadas (muitas vezes, é relatado que as pessoas com dislexia pode resolver problemas complexos sem ter consciência de como eles chegaram à solução),

são capazes de entender o "quadro geral", e

tem bom raciocínio visual e habilidades de consciência. Enquanto a maioria das pessoas só são capazes de pensar em '2 D ', as pessoas com dislexia pode pensar em '3 D'.

Dislexia: Causas.





Há um número de diferentes teorias sobre as causas da dislexia, mas todas elas tendem a concordar que a dislexia é um genética condição que muda a forma como a cérebro lida com informação, e é transmitida através das famílias.




Genética

A dislexia é pensado para ser uma condição hereditária que significa que muitas vezes ocorre em famílias. Estima-se que se você tem dislexia existe uma probabilidade de 40-60% que o seu filho também irá desenvolver a condição.



A maioria dos especialistas acredita que a dislexia é causada por certas genes que herdam de seus pais. Um número de genes que aumentam suas chances de desenvolver dislexia foram identificados. No entanto, exatamente como a condição se espalha por diferentes gerações é ainda desconhecido.



Dislexia de leitura e escrita

O cérebro humano tem uma capacidade inata para a linguagem falada é por isso que crianças de até três anos de idade podem freqüentemente falar e entender frases relativamente complicado.



No entanto, o mesmo não acontece da leitura e da escrita. Em termos evolutivos, ambos são relativamente novas habilidades adquiridas apenas 5.500 anos atrás.



Embora seja fácil de levar a leitura ea escrita para concedido, ambos dependem de uma complexa interação de processos. Por exemplo, quando você lê a palavra "gato":



seus olhos têm de transmitir as letras para o seu cérebro,

seu cérebro tem que combinar as letras para os sons que eles representam,

seu cérebro tem de combinar os sons separados em um som único, e

seu cérebro tem que usar sua memória de longo prazo para ver o que representa o som, a fim de apresentar o mental imagem de um gato.

Pensa-se que há alguma coisa nesse processo que as pessoas com dislexia encontrar particularmente difícil. Uma série de teorias foram sugeridas algumas das quais são descritos abaixo.



Teoria do processamento fonológico

Processamento fonológico é a capacidade de lembrar e atribuir os sons associados com letras e palavras escritas. A teoria do processamento fonológico refere que todos os sintomas da dislexia são causados por deficiência na capacidade de processar as palavras escritas em sons.



A maioria dos especialistas concorda que as dificuldades de processamento fonológico desempenhar um papel importante na dislexia. No entanto, alguns especialistas afirmam que a dificuldade no processamento fonológico é na verdade um sintoma, em vez de a principal causa da dislexia.



A teoria do cerebelo

O cerebelo teoria afirma que a dislexia é causada por diferenças físicas no cerebelo - uma parte do cérebro localizada na parte inferior das costas do cérebro. Muitos pesquisadores acreditam que o cerebelo tem um papel importante para ajudar a língua do processo.



O cerebelo também é responsável pela coordenação e sua capacidade de estimar quanto tempo passou. Isto pode explicar porque muitas pessoas com dislexia têm problemas com a coordenação eo gerenciamento do tempo.



A teoria magnocellular

Magnocellular A teoria afirma que a dislexia é causada pela deficiência de desenvolvimento de grandes células cerebrais (neurônios), conhecido como magnocells. Magnocells são responsáveis por garantir que os seus olhos olhar para as palavras certas no momento certo, quando você está lendo.



Defeitos, com magnocells pode causar uma pessoa com dislexia a olhar para as letras e as palavras na ordem errada e na hora errada. Isto pode explicar porque muitas pessoas com a condição de dizer que as palavras em uma página aparecem frequentemente distorcido e fora de foco.



Trabalho teoria da memória

A memória de trabalho é a parte da sua memória que contém informações novas. A informação é então transferido para a memória a longo prazo ou esquecido.



Por exemplo, você é capaz de se lembrar que este ano é porque a sua memória de trabalho passou essa informação em sua memória a longo prazo. No entanto, é pouco provável que você se lembra do número de matrícula do carro do seu vizinho, apesar de você vê-lo todos os dias. Isso é porque a sua memória de trabalho sabe que a informação é de pouco uso por isso descarta.



A memória de trabalho, a teoria afirma que a dislexia é causada por uma memória de trabalho ineficiente que acha difícil mover novas informações em sua memória a longo prazo.

Dislexia: Diagnóstico




A dislexia normalmente se manifestam durante o ano escolar quando uma criança mostra uma inexplicável dificuldade na leitura, apesar de ter todas as habilidades, como a inteligência e habilidade verbal, que são necessários para ler.




No entanto, um diagnóstico de dislexia não pode ser feito até que alguém com a doença está em sua fase adulta. Muitas crianças com dislexia do desenvolvimento de "estratégias de enfrentamento, tanto positivas como negativas, que podem disfarçar a condição.



As crianças com dislexia podem utilizar estratégias de enfrentamento positivas, como o trabalho mais difícil do que seus pares, e fazendo uso de sua memória de longo prazo. Em alternativa, podem usar uma estratégia de enfrentamento negativas, como fingir ser menos inteligente do que eles realmente são.



Existem duas fases no diagnóstico de dislexia:



triagem, e

avaliação.

Despistagem da dislexia

Existem diferentes métodos de despistagem da dislexia. No método simples de triagem, a criança é convidada a uma série de questões, tais como os listados abaixo.



Você misturar números como 81 e 18?

Você confundir esquerda com a direita?

Do you miss out palavras, ou as terminações das palavras?

Quando você lê, faz a impressão parecem se mover, ou borrão?

Um grande número de "sim" respostas indica que o filho pode ter dislexia.



Outros métodos de seleção envolve testes de uma série de habilidades, como a compreensão de uma criança de gramática, e sua capacidade de relacionar palavras escritas aos sons.



Embora o processo de seleção não pode confirmar um diagnóstico de dislexia, que podem indicar uma criança que tem uma alta probabilidade de ser disléxico.



Se você está preocupado com seu filho, sua escola, ou a sua autoridade educativa local deve ser capaz de organizar um teste de triagem para eles.



Avaliação da dislexia

Avaliação da dislexia é uma série mais complexo e rigoroso de testes, que é concebido para confirmar um diagnóstico de dislexia ao avaliar pontos fortes de uma criança e fracos quando se trata de aprendizado e capacidade intelectual.



A avaliação da dislexia precisa ser realizado por um técnico treinado, muitas vezes com um professor com experiência em ensinar crianças com dislexia, ou um psicólogo educacional (uma psicóloga, que é especializada em ajudar pessoas com dificuldades de aprendizagem).



Há uma série de métodos de avaliação diferentes, mas todos eles envolvem a criança participa de uma série de testes. Os testes não são simplesmente limitado às suas habilidades de leitura e escrita, mas também analisar outras habilidades, tais como:



desenvolvimento da linguagem,

vocabulário,

a capacidade de raciocinar logicamente,

memória e

a velocidade com que eles podem processar informação visual e auditiva.

Um diagnóstico da dislexia pode normalmente ser feito com confiança, mesmo que a leitura de uma criança e habilidades de escrita são pobres, mas as suas outras habilidades, como a sua compreensão da lógica, ou as suas habilidades verbais, não são afetados.



Uma vez que uma avaliação das habilidades de seu filho ter sido realizado, você receberá um relatório indicando não apenas seus pontos fracos, mas também os seus pontos fortes. Entender o que o seu filho é bom, e gosta, é um passo importante no desenvolvimento de um plano educacional que pode começar a resolver os seus pontos fracos.



Sob os termos do Disability Discrimination Act, todas as pessoas que estão na educação em tempo integral (sejam elas crianças ou adultos) têm direito a uma avaliação de dislexia.

Dislexia: Sintomas.



Os sintomas da dislexia pode variar de pessoa para pessoa, e cada pessoa com a doença terão um padrão único de pontos fortes e fracos.




Os sintomas da dislexia em crianças pequenas

Em alguns casos, pode ser possível detectar os sintomas da dislexia antes de uma criança começa a escola.



Os possíveis sintomas incluem:



um atraso ou dificuldade no desenvolvimento da fala clara,

misturar certas palavras e frases - por exemplo, dizendo "por mail em vez de" minha bola ",

sendo raramente desajeitada e descoordenada,

uma dificuldade em ser capaz de apreciar as rimas, por exemplo, eles não podem entender a conexão entre as palavras chapéu 'e' gato ', e

de ter problemas com closet, ou amarrar seus cadarços de sapatos.

Os sintomas da dislexia em crianças com idades compreendidas entre os 5-7 anos de idade

Os sintomas mais comuns da dislexia em crianças com idades compreendidas entre os 5-7 anos de idade incluem:



dificuldade em aprender o alfabeto,

incapacidade de ler, com exceção de algumas palavras simples,

tendo problemas para escrever corretamente,

dificuldade em dizer esquerda da direita,

problemas de lembrar seqüências simples, como os dias da semana, e

baixa capacidade de atenção e problemas de concentração.

Os sintomas da dislexia em crianças com idade entre 7-12 anos de idade

Os sintomas mais comuns da dislexia em crianças com idade entre 7-12 anos de idade incluem:



progressos pobres na escola, em comparação com seus colegas,

tornar-se frustrados com a escola, o que pode levar a problemas de comportamento, ou a eles se calmo e retraído,

incapacidade de aprender a tabuada, e

problemas seguintes instruções, ou lembrando mais uma coisa de cada vez.

Os sintomas da dislexia em adolescentes

Os sintomas mais comuns da dislexia em adolescentes incluem:



dificuldade em organizar o trabalho,

problemas de cópia, ou escrever abaixo, instruções,

dificuldade para a revisão, e lidar com os exames,

levando mais tempo do que a média para fazer trabalhos escolares, devido a dificuldades de leitura,

problemas persistentes com a ortografia ea escrita, e

graves dificuldades na aprendizagem de uma língua estrangeira.

A dislexia em adultos

Pode ser possível para alguém com dislexia para chegar à idade adulta sem a condição de estar devidamente identificados.



Sinais de que você pode ser disléxico incluem:



tentando evitar a leitura ea escrita, sempre que possível,

tentando esconder as dificuldades que você tem com a leitura ea escrita de outros povos,

soletração pobre,

má administração do tempo e habilidades organizacionais e

confiar na memória e habilidades verbais, ao invés de leitura ou gravação.

Então, como diagnosticar a dislexia?

Diagnóstico

Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes que seja feito um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, mas não confirmam a dislexia. Os mesmos sintomas podem indicar outras síndromes neurológicas ou comportamentais.
Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve-se procurar ajuda especializada.
Uma equipe multidisciplinar formada por: Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista, Otorrinolaringologista e outros, conforme o caso.A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO DIFERENCIAL MULTIDISCIPLINAR.

PORQUÊ.... SOMOS DIS !??

PORQUÊ.... SOMOS DIS !??

COMO É A VIDA DE UMA PESSOA COM DIS...

PORQUÊ, SOMOS DIS !!!

Saiba , que entendo muito bem , quando vc fala (mal sabem eles o que tenho de fazer para chegar ate onde cheguei.... ´´e horrivel para mim. Agora vou ter que enfrentar um exame da ordem. Nao sei se mostro que sou dislexica ou nao para fazer a prova. Tenho que decidir, gostaria que vcs me orientasse o que devo fazer) vou te dar varias razões, para você não esconder que é dislexica, e outras tantas mais para você se cuidar e se respeitar em quanto há tempo. Seja quem você realmente é !!! Não seja preconceituosa com você mesma , como eu fui, por pura falta de conhecimento , coisa que você já tem.
e o mais importante ...tem a conciência dos seus direitos como cidadã. O meu conselho é: exerçar seus direitos e cumpra seus deveres, como ser pensante e atuante na nossa sociedade.

como vc sabe , também sou dislexica, mas só tive conciência do que estava acontecendo comigo, depois que ...já tinha meu emocional todo comprometido.
E mesmo assim , tive que passsar por mentirosa, pois já havia passado em um concurso publico, atuava como professora alfabetizadora e estava fazendo uma graduação em pedagogia. E te digo ...só eu e deus, sabia o que eu escondia !!!
Vivi toda minha vida com medo, e com vergunha , quando alguèm percebia meus erros ortograficos ,minha total incapacidade de escrever ao mesmo tempo que outra pessoa falava, não consiguia anotar as informações.
Com tudo isto, fui desfaçando para conseguir viver neste mundo letrado!!!
Até que minha mente e meu corpo , não suportou o estress!!! E tudo ficou encontrolavel, entrei em um processo de depressão, ansiedade e hiperatividade , altissimo.
Foi quando , fui em busca de ajuda medica. Sem saber o que eu escondia...os profissionais de saúde, se desdobraram em busca de explicações para o meu estado de saúde. Cada um chegou a um diagnostico conclusivo.
O psiquiatra, depressão e asiedade, que deveria ser trabalhada com terapia e medicação. A psicologa, hiperatividade causada por meu comportamento obcessivo de perfeição, e fata de confiança, deveria tentar me concentrar melhor no presente. O reumatologista, para ele eu estava com fibromialgia e outras coisas, causadas pelo estress, elevado, seria necessario procurar auternativas de relaxamento, e medicação. Fiz , hidroterapia, acupuntura, rpg , caminhada, cessão de relaxamento mental, com os psicologos, participei de programas para levantar minha auto-estima. Mais nada adiantava...tive outros sintomas, como gagueira, que foi trabalhado com a fonaldiologa. Labirintite, refluxo, que foram tratados por medicos da aréa, especialistas.
Depois tive problemas na visão, ai foi que tudo se entrelaçou, o oftalmologista , pedio um exame para descartar , adivinha o que?
Esclerose multipla....ai na resomância deu possitivo!!! E tudo levava a crer, neste diagnostico, quando se juntava tudo o que estava acontecendo com o meu corpo!!!
Pensa que acabou por ai!!?? Não! Tudo só estava recomeçando...
Mas paralelo a tudo isto, que vinha se passando, eu não parei de estudar, herá ponto de hora!!Para mim!! Fiquei de licença do trabalho , para tratamento, e ainda tive que enfrentar a doença da minha mãe que estava com o diagnostico de câncer. E meus filhos confusos e em plena adolecência. Eu estava completamente perdida!!!! Sem estrutura emocional, e sem controle cognitivo, esquecia as coisas , chorava muito,comecei a escrever e ler com muito mais dificuldades , já estava saindo da realidade, que me parecia um pesadelo!!
Mas, como uma boa dislexica, até então sem saber, não deixei de lutar contra o mundo. E quando estava fazendo minhas pesquisas para o trabalho do tcc, para conclusão do curso de graduação em pedagogia, sobre o tema que mais mim encomodava, os erros ortograficos em sala de aula e a visão do professor, quanto os problemas de aprendizagem. Por acaso, entrei no site da associação brasileira de dislexia, e quando estava lendo um depoimento de um dislexico adulto!!! O chão se abriu e o céu também...e as coisas foram tendo sentido, minha vida tava fazendo sentido. Eu estava diante , de uma explicação para a minha total "burrice"!!! Diante dos meus maiores medos, das minhas grandes vergunhas, das minhas piores dificuldades, e de tudo o que eu fazia questão de esconder, que erá a minha incompetência, diante do desafio de ler e escrever!!!
Mas o que eu julgava ter diante de me, toda solução para explicar todos as minhas angustias, sem fundamento , porquê , agora haveria uma razão. Senti meu esprírito leve, despreoculpado, pensei, agora não vou mais ter que mentir , tenho que revelar o meu maior segredo, e só atravez desta revelação serei liberta do medo, da vergunha, desta vida prisioneira da culpa de ser o que eu herá!!!
Bem , caros colegas, as coisas não foram, e não são tão faceis deste jeito que pensei...todos os profissionais de saúde que estavam , cuidando do meu equilibrio, duvidaram da minha verdade. Passaram a olhar , para me, como se eu estevesse, louca...e se perguntavam!!???
E questionavam, como eu tinha dislexia e tinha chegado onde cheguei sem ajuda!!??? Como eu saberia ler e escrever !!??? Porquê, e como poderia ter escondido isto!!!?? Bem , as respostas para estas perguntas, só eu e deus sabe o que tive que fazer,e tive que reunir forças,buscar conhecimento para meus argumentos e levanta uma quantia em dinheiro, para ir até são paulo, o unico lugar , onde teria profissionais seguramente competêntes para fazer o diagnostico, porquê todos os outros se mostravam completamente impossibilitados para assinar um laudo fechado de um diagnostico sobre dislexia.
E neste exato momento , luto contra todos os mesmos, sentimentos e há todos os mesmos pré-conceitos. E tenho que usar os mesmos meios para continuar sobrevivendo. Mas com uma diferênça fundamental,hoje já não tenho tanta vergonha de escrever errado, entendi que isto não mim tira o direito de ser respeitada e que sou competente e capaz .
Imagina ser ...professora alfabetizadora, pedagoga e atualmente estou fazendo pós- de psicopedagogia. Se tenho dificuldades...claro!! Se vejo discriminação nos olhos de muitos ...simmm!!! Fui aposentada pelo governo do distrito federal, por razões óbvias, que já não tenho forças para questionar.

Mas o que mais importa é que dessidi ir á luta, por mim e por nós!!

Quero que todo disléxico assuma sua condição, não somos doentes para procurar há cura...devemos ir a procura do entendimento do nosso ser pensante e atuante , diante desta sociedade letrada e preconceituosa.

Abjncrção!
Elizabete aguiar.
Perfil profissional:
Profª Elizabete M. Rodrigues R. da R. Aguiar.
Graduada em Pedagogia – UNB.
Especialização em Psicopedagogia Reeducativas Clínica e Institucional –UniEvangelica
Especialista e Neuropedagogia e Psicanálise – FTB.
Dir. Adm. Adjunta da Associação de Psicopedagogia – ABPp- Seção BRASÍLIA.
Profª da Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal – GDF.
Consultoria e Assessoria em Psicoeducação.