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novembro 17, 2011

SEMANA DA DISLEXIA : Reunião com profissionais da Equipe ABD .


A Associação Brasileira de Dislexia (ABD) realizou, no dia 07 de novembro de 2011, uma reunião com profissionais da Equipe ABD, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, e convidados para discutir a Dislexia no Brasil e no mundo. 
Entre os temas da pauta, o projeto de lei nº 86/2006 do Vereador Juscelino Gadelha (PSB) que dispõe sobre a criação de um programa de apoio ao aluno portador de transtornos específicos de aprendizagem, diagnosticados como Dislexia. “A dislexia é persistente mas não é uma incapacidade e sim uma dificuldade a ser vencida com sucesso” disse Rosemari de Mello, diretora da ABD.
Desde 2006, o Vereador Juscelino engajou-se em uma luta para ajudar crianças com transtorno de aprendizagem. “Muitas pessoas descobrem que tem dislexia somente na fase adulta, não tendo assim o apoio necessário para se desenvolverem desde a fase infantil”, disse o vereador, que afirma ser disléxico.
Em seu projeto, o vereador prevê uma equipe multidisciplinar para diagnosticar, ou não, a Dislexia. Com isso os alunos que apresentarem o diagnóstico da dislexia deverão ser acompanhados. Favoráveis ao projeto e reconhecendo sua importância, os profissionais agradeceram o vereador Juscelino pela iniciativa e abertura para discussão do tema. O evento faz parte da semana da Dislexia promovida pela Associação que ocorreu do dia 03 a 12 de novembro.



Notícias do Vereador Juscelino Gadelha
FONTE : http://www.juscelinogadelha.com.br/?q=node/339

dezembro 16, 2010

Deputada Rita Camata recomendou a aprovação da proposta, tratamento de dislexia e TDAH para estudantes



Comissão aprova tratamento de dislexia e TDAH


para estudantes

16/12/2010 12:56
Extraído de: Câmara dos Deputados - 7 horas atrás
 
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou na quarta-feira (15) o Projeto de Lei 7081/10, do Senado, que obriga o Poder Público a manter programa de diagnóstico e tratamento de dislexia e de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) para estudantes do ensino básico.



A relatora, deputada Rita Camata (PSDB-ES), recomendou a aprovação da proposta, na forma de substitutivo que inclui no programa a identificação precoce dessas doenças e atendimento educacional especializado para os estudantes portadores de dislexia e TDAH.

De acordo com o texto aprovado, as escolas deverão assegurar a esses alunos recursos pedagógicos e didáticos adequados para a sua aprendizagem. O atendimento educacional deverá ser oferecido em salas de aula do ensino regular e poderá ser complementado em salas de recursos multifuncionais, caso necessário.

Equipe multidisciplinar

O texto aprovado ainda prevê que o programa deverá ser implementado por equipes multidisciplinares, que incluirão educadores, psicólogos, médicos, fonoaudiólogos e especialistas em psicopedagogia. As escolas também deverão garantir aos professores do ensino básico cursos de capacitação para a identificação precoce dos transtornos e para o atendimento educacional adequado.

Doenças

A dislexia é um transtorno de aprendizagem de leitura crônico, de origem neurobiológica. É o distúrbio de maior incidência nas salas de aula e atinge entre 5% e 17% da população mundial, segundo a Associação Brasileira de Dislexia. Já o TDAH se caracteriza por sinais claros e repetitivos de desatenção, inquietude e impulsividade, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo.


"Tanto o TDAH quanto a dislexia podem gerar prejuízos envolvendo a vida social, familiar, afetiva, acadêmica e profissional", afirma a relatora. "Sabe-se que o diagnóstico precoce pode facilitar a escolha de estratégias adequadas para viabilizar a aprendizagem e o bom rendimento do aluno", complementa Camata.


Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania.



Íntegra da proposta:


PL-7081/2010

Reportagem - Lara Haje

Edição – Paulo Cesar Santos

julho 13, 2010

Keira Knightley: apresentou sinais de dislexia na infância.

Obstáculos




A carreira artística ameaçou não decolar quando, na infância, Keira apresentou sinais de dislexia. Mesmo sem recorrer a médicos, remédios ou hospitais, e contando com o apoio da família, conseguiu superar o problema durante a adolescência. Prova disso é que, aos 16 anos, interrompeu os estudos para dedicar-se exclusivamente à TV e ao cinema. Os boatos de qu e Keira sofre de distúrbios alimentares se fixaram de uma maneira tão forte à imagem dela que a atriz chegou a ser processada, pelos pais de uma adolescente inglesa que teve a doença.

O casal alegou na Justiça que a filha se inspirou na aparência física de Keira e, para conseguir ficar tão magra quanto ela, simplesmente parou de comer. Depois da polêmica envolvendo o caso, Keira Knightley foi declarada inocente pela Corte britânica. “Tenho muita experiência com anorexia na minha família. Minha avó e minha bisavó já tiveram a doença, além de várias amigas minhas na época da escola. Então, não acho que isso seja uma coisa com a qual se deva brincar”, já declarou à imprensa internacional.

Fernanda Young: Como superou a dislexia?


Ela recebeu o repórter Guilherme Samora para responder às perguntas dos leitores, enviadas ao site de QUEM.

Guilherme Samora

....3- Como superou a dislexia?


Kelly Campos, São Paulo (SP)

Fiz um tratamento de cinco anos na infância. Agradeço minha mãe por nunca ter feito eu acreditar que era burra. Era difícil no colégio. Não conseguia segurar no lápis, não guardava a diferença de letras, como S e Z. Eu sabia que era escritora e defendo que sou boa, pois meu exercício de escrever nunca foi natural.

4- Por que você prefere comédia para a TV e dramas para livros?

Carolina Veronez, Suzano (SP)

A comédia na TV vem muito do Alexandre (Machado, marido de Fernanda e parceiro nos textos para a televisão), que gosta de fazer as pessoas rirem. Na literatura, apesar de reconhecer que há humor nela, eu sou muito desesperada com o verbo. Meus assuntos são sempre intensos. Me incomoda, não gosto de ser uma escritora do mal-estar. Mas é o que sei fazer.

5- Vi um comercial na TV em que você diz que queria se matar aos 17 anos. Isso é verdade?

Sandra Pires, São Paulo (SP)

Tinha um descaso muito grande com a vida. Talvez até por causa de minhas diferenças. Fui uma criança incomum, uma adolescente incomum. Isso cansa. Eu já desisti disso, muito pelo fato de ter tido filhos. Mas não me escandaliza alguém que se mata. É triste saber que alguém não conseguiu se adaptar.

6- Você diz que era rebelde desde criança. O que seus pais achavam disso?

Fábio Dias de Mendonça, Rio de Janeiro (RJ)

Minha mãe sente muito orgulho de mim e ensinou o que é melhor para uma filha, que é a honestidade. Mas, para ela, sou um choque até hoje. Ela não fica extremamente feliz com o que falo por aí. Volta e meia, ela para de falar comigo (risos). ....

Dislexia dificulta a leitura e escrita e traz prejuízos para a aprendizagem


Revista Época


O ator Tom Cruise sofre com o problema. Outras personalidades que vão do físico Albert Einstein à escritora Agatha Christie e o pintor Pablo Picasso também tiveram de se adaptar. Todos eles são exemplos de pessoas atingidas pela dislexia, um distúrbio de leitura e escrita que acomete cerca de 15% das crianças em idade escolar. A disfunção não tem cura, até porque não é considerada uma doença. A boa notícia é que, assim como seus pares famosos, o disléxico pode aprender a controlar e encontrar formas de lidar com essa dificuldade que, em muitos casos, vai acompanhá-lo pelo resto da vida. Outro detalhe: muitos adultos convivem com o problema sem nunca descobrir o que os faz ler devagar ou o porquê dos constantes erros de português, encarando como seu ponto fraco.

O diagnóstico de dislexia é por exclusão. Por isso, não é tão fácil determinar se uma criança tem o distúrbio. O disléxico tem inteligência normal e não apresenta outras disfunções neurológicas (problemas mentais), sensoriais (surdez ou visão) e emocionais (depressão).

Em geral, durante o processo de alfabetização, as crianças apresentam sinais como trocar letras com sonoridade semelhante como "p" e "q" ou "d" e "b". É comum também a inversão de palavras — trocar prato por pato, por exemplo —, de segmentação (escrever "em bora" em vez de "embora"). Dificuldades para juntar sílabas, na leitura e na memorização de textos, também são comuns.

Por conta desse processo, a criança pode ter problemas em todas as matérias. Além disso, ler em voz alta ou escrever se torna uma tortura para o aluno. "Todas as crianças disléxicas criam uma resistência à leitura. Elas fogem de material impresso", explica a psicopedagoga Silvia Amaral, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento (CAD). "Além disso, elas se consideram incapazes e escrevem pouco", completa.

Para o fonoaudiólogo Jaime Luiz Zorzi, diretor do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (Cefac), o trauma diante da leitura e da escrita pode ser grande. "As crianças disléxicas são sensíveis e percebem que não estão correspondendo às expectativas da família", diz. "Um sinal importante para os pais é a mudança de comportamento dessa criança. De repente, ela não se recusa a ler e escrever", lembra o especialista.

O publicitário Eduardo de Almeida Tosello, de 25 anos, é um exemplo de como ler pode se tornar um problema para o disléxico. Até os 19 anos, Tosello não sabia que tinha dislexia, mesmo passando por vários médicos. "Sempre tive dificuldades, mas não entendia o motivo", conta. "Tinha medo de ler em público e horror a emprestar meu caderno para alguém. Quando descobri que era disléxico e comecei o tratamento foi um alívio", afirma. Com o tratamento, Tosello também aproveitou para seguir carreira na sua área preferida: Comunicação Social. "Achava que o problema era comigo e me cobrava muito por isso. Todas as pessoas seguem um caminho para ler ou escrever e tive de entender que a minha linha de pensamento é outra", completa.

As escolas ainda são as maiores responsáveis pelo encaminhamento de crianças com dislexia para os especialistas. Segundo Zorzi, isso também vai depender da unidade. "Algumas escolas têm tolerância zero. Se a criança não acompanha, já manda para o tratamento", afirma. "Outras são mais tolerantes com crianças que têm um aprendizado mais lento. E, muitas vezes, não se trata mesmo de dislexia", avalia.

Para os pais, algumas manifestações da dislexia podem ser percebidas em casa e não apenas na sala de aula. Zorzi cita algumas, como a dificuldade em acompanhar o programa escolar, a falta de perseverança para superar dificuldades e também evitar situações de leitura e escrita.

Unifesp pesquisa software - O setor de Fonoaudilogia, juntamente com o Departamento de Informática para Ciências da Saúde da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), vai desenvolver um software capaz de ajudar no diagnóstico precoce de pessoas que sofrem com a dislexia. Segundo Clara Brandão de Ávila, professora-adjunta de Distúrbios da Comunicação Humana, da Unifesp, o programa vai servir de apoio na identificação do distúrbio de leitura. "O programa grava e analisa a leitura da criança", explica Clara. "Com isso, o computador vai nos mostrar, por exemplo, que tipo de palavras ela erra mais e qual rota ela usa na leitura", completa.

A informática é encarada como uma das melhores ferramentas de apoio no diagnóstico da dislexia também na escrita. A Unifesp trabalha em um projeto inicial no desenvolvimento de outro programa específico para essa área. De acordo com Clara, um software europeu já é usado na análise de textos. A idéia agora é adaptar a mesma regra ao Brasil.

Até agora, os pesquisadores ainda não determinaram as causas da dislexia. Uma das hipóteses é de que as pessoas com esse distúrbios tenham pequenas alterações neurológicas, algo semelhante ao que determina, por exemplo, a dificuldade para o cálculo ou raciocínio espacial presente em algumas pessoas. Mesmo assim, já se sabe que a dislexia tem ligação com a hereditariedade. Crianças disléxicas, muitas vezes, têm pais, tios ou avós com o problema.

Segundo Clara, alguns sinais na fase pré-escolar também podem ser indícios do problema, mas o diagnóstico é mais difícil, como dificuldades em separar sílabas e lidar com os sons na fala.

Orlando Bloom faz palestra sobre dislexia

Notícias


Matéria publicada na Revista Quem Online

25 de Maio de 2010
Orlando Bloom faz palestra sobre dislexia


Ator deciciu falar de sua experiência com o distúrbio para ajudar crianças e adolescentes

Orlando Bloom decidiu falar sobre sua experiçencia como portador de dislexia em uma palestra gratuita em Nova York, de acordo com o site "Female First".

O ator de "Piratas do Caribe", de 33 anos, aprendeu a superar as dificuldades da prendizagem desde a infância e ganhou uma bolsa de estudos no British American Drama Academy, antes de ir estudar teatro na Escola de teatro Guildhall, em Londres.

Ele, que namora a modelo Mirada Kerr , irá compartilhar suas experiências sobre a doença com o público em um debate com o Dr. Harold S. Koplewicz , dia 2 de junho, no Centro de Estudos da Criança, da Universidade Rockefeller.

A palestra, intitulada "Dislexia e Criatividade: Dois lados da mesma moeda", tem o objetivo de sensibilizar educadores, profissionais de saúde mental e os pais de crianças portadoras da doença.

Link da Revista Quem Online

Notícias : ABD apoia evento em Mogi das Cruzes sobre Dislexia.

abril 16, 2010

Leal decide aprender a ler e escrever

Nunca foi fácil para ele assumir que mal sabe assinar seu nome.




Nunca foi fácil para Leal (Antônio Fagundes) assumir que mal sabe assinar seu nome. Além de passar por saias justas, o dono do Titã sempre sentiu vergonha em relação as suas filhas e netas. A desculpa de que não está com seus óculos por perto já foi usada inúmeras vezes para se livrar de situações como nos momentos em que uma das Marias pedia para o avô ler uma história na hora de dormir.


 
 
 
 
 
 
 
 Mas ao saber que pode sofrer de dislexia, o dono do Titã toma coragem e pede ajuda à Iolanda (Malu Galli), que se propõe a ajudá-lo. A babá, que tem formação em enfermagem e psicologia, pesquisa sobre o assunto e explica a Leal como suas dificuldades devem ser superadas. O todo poderoso da família Cordeiro acerta os detalhes com Iolanda e firma um acordo para que as aulas, particulares e secretas, aconteçam o quanto antes. Leal começará a respirar aliviado por deixar para trás um enorme peso que carregou sozinho durante anos.


FONTE DE PESQUISA: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=140860&t=leal-decide-aprender-a-ler-e-escrever

dezembro 23, 2009

Uma caminhada no Parque pela Divulgação da Dislexia

Às 9 horas daquela manhã chuvosa do último sábado 05 de dezembro de 2009, em pleno Parque do Ibirapuera na cidade de São Paulo, parecia que nada de novo aconteceria naquele local. Mas aos poucos os convidados da ABD como participantes da Caminhada pela Divulgação da Dislexia, iam chegando e vestindo suas camisetas amarelas.





A mancha amarela iniciou a concentração e recebeu o Sol como um convidado que também foi chegando e tomando o lugar da garoa paulistana, iluminando cerca de 140 participantes na caminhada de aproximadamente 3 quilômetros ao redor do parque.



Entre os caminhantes estavam adultos e crianças de todas as idades, com seus familiares e amigos, além de cães de estimação. Por cerca de 2 horas o Parque do Ibirapuera destacava entre as verdes árvores, o amarelo se integrando a paisagem, enquanto os participantes da caminhada chamavam a atenção dos visitantes habituais do parque numa manhã de sábado.



A pergunta que, silenciosamente, mais se ouvia era: Você sabe o que é dislexia? – frase estampada em cada camiseta. Mas poucos ousaram ler em voz alta e saber a resposta.



Tudo bem! Foi uma caminhada silenciosa, que só mostrou seu “grito de guerra” no meio do percurso, mas seguiu em frente na certeza de ter feito mais um movimento em prol da divulgação da existência da dislexia. Um distúrbio que acomete considerável parte da população, mas está adormecido dentro de crianças e adultos, que buscam esta compreensão, esta inclusão, esta liberdade de ser diferente e ao mesmo tempo igual.

























Àqueles que estiveram presente, nosso fraterno agradecimento, e aos que não puderam estar lá, fica aqui o convite para somar forças neste grito de apoio à comunidade, passo a passo. Até a próxima!

Texto por Valdir Franzisko

novembro 11, 2009

O8 DE NOVEMBRO: DIA NACIONAL DA DISLEXIA.

Los padres de disléxicos piden más actuaciones




La asociación ASDIJA celebra mañana el Día nacional con un acto en Asuntos Sociales

Maribel Casas lleva dos años luchando para que la Asociación de Dislexia de Jaén y otras Dificultades del Aprendizaje (ASDIJA) se haga un hueco en la sociedad jienense y agrupe cada vez a más padres como ella, que tienen hijos con un problema que afecta al 5% de la población y que en muchas ocasiones se desconoce.


Hasta el momento ha conseguido que casi un centenar de familias se unan a la asociación y mañana domingo van a celebrar el Día de la Dislexia con un acto muy importante, en el que además de contar con presencia institucional, también van a tener la gran satisfacción de inaugurar su sede, en la calle Compañía de la capital jienense, en un local cedido por la Agrupación de Cofradías.

La dislexia es un trastorno que se manifiesta en dificultades específicas para el aprendizaje, fundamentalmente las relacionadas con la lectura, escritura, comprensión, orientación temporoespacial, memoria de trabajo o la velocidad de procesamiento. Es en muchas ocasiones la responsable del fracaso escolar y lo peor es que algunos docentes ni siquiera están preparados para detectarla, por lo que los problemas en clase se achacan a la falta del interés del alumno.

«Si nos preguntáramos cual es el enemigo de la dislexia, la respuesta es la poca información que existe en nuestra sociedad acerca de esta dificultad y por ello la gran invisibilidad que existe de este alumnado, y no solamente de niños, sino también de adultos que lamentablemente no vienen mencionados en ninguna parte, pero que por supuesto existen», manifiesta la presidenta, que se congratula de que mañana se vaya a presentar institucionalmente la asociación.

Será en un acto que tendrá lugar a las diez de la mañana en el Patronato de Asuntos Sociales y en el que intervendrán la delegada de Educación, Angustias Rodríguez, así como Isabel del Jesús, psicóloga y logopeda, colaboradora de la asociación. Maribel recuerda que pueden asistir todos los jienenses que lo deseen.

También se procederá a la entrega de premios del concurso de dibujo 'Buscamos nuestra mascota', con el que ASDIJA buscaba un símbolo que les represente.

agosto 30, 2009

TV Senado apresenta programa sobre dislexia

INSTITUCIONAL
28/08/2009 - 17h58




TV Senado apresenta programa sobre dislexia

A série vai mostrar ações privadas e públicas adotadas para atender pessoas com dislexia. Uma delas é o trabalho desenvolvido pela Associação Brasileira de Dislexia (ABD) em diagnósticos, pesquisas, cursos e eventos para discutir distúrbios de aprendizagem. A série vai ao ar no sábado (29), às 2h30, às 11h30 e às 22h30; e no domingo (30), às 9h e às 17h.


O programa Inclusão, da TV Senado, passa a exibir neste fim de semana a série de reportagens Dislexia: Distúrbio ou Doença?. As matérias vão mostrar que os disléxicos são identificados como indivíduos com inteligência acima da média, apesar da grande dificuldade para assimilar o que é ensinado em sala de aula.

maio 25, 2009

Cerca de 300 crianças são atendidas por mutirão


O curso destina-se à profissionais da saúde e educação e tem como objetivo capacitar ao trabalho de avaliação e intervenção, conforme a área de atuação. O curso de aperfeiçoamento apresenta único diferencial da região que propõe estágio integrado ao curso, assim como atividades práticas em abordagem interdisciplinar.

Data: 05/06/2009

Incrições: até 05/06/2009


Tdah

O transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de saúde mental que tem duas características básicas: a desatenção e a agitação (ou hiperatividade/ impulsividade). Esse transtorno tem um grande impacto na vida da criança ou do adolescente e das pessoas comquais convive (amigos, pais e professores). Pode levar a dificuldades emocionais, de relacionamento familiar e social, bem como a um baixo desempenho escolar, onde muitas vezes é acompanhado de outros problemas de saúde mental.



Dislexia

Segundo a Federação Internacional de Neurologia, o distúrbio específico de leitura ou dislexia do desenvolvimento é definido como um distúrbio neurológico, de origem congênita, que acontece às crianças com potencial intelectual normal, sem déficits sensoriais, com suposta instrução escolar adequada. Equivale dizer que é um distúrbio que compromete permanente e essencialmente o processo de leitura e escrita, ocasionando desempenho abaixo do esperado para sua idade e escolaridade.



Inscrições

Secretaria da Pós-Graduação
Telefones: (11) 4993-5426 / 4993-5496 (Claudia ou Daniela)
Email: pos-graduacao@fmabc.br




Cerca de 300 crianças são atendidas por mutirão
Vivian Costa
Do Diário do Grande ABC

Quase 300 crianças estiveram ontem pela Faculdade de Medicina da Fundação do ABC para participar do Mutirão das Dificuldades de Aprendizagem. Cerca de 160 passaram pela triagem e outras 128 foram cadastradas para se consultarem durante a semana.

O principal objetivo do serviço é a identificação completa e precisa do tipo de dificuldade da criança e o diagnóstico, pois permitem ao paciente acompanhamento e tratamento adequados - na própria FMABC ou na UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima.

Segundo Alessandra Bernarde Caturani, coordenadora do grupo de dislexia e da área de Psicopedagogia, a quantidade de pessoas que compareceram ao local foi maior do que o esperado. A solução foi fazer um cadastro para que elas possam ser atendidas durante a semana. "A criança pode se cansar, o que prejudica o diagnóstico", explicou.

Luciana Carneiro de Oliveira, que mora em Diadema, aceitou voltar outro dia para levar seu filho de 8 anos. "Não posso passar o dia todo aqui porque tenho outros três em casa."

Então, como diagnosticar a dislexia?

Diagnóstico

Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes que seja feito um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, mas não confirmam a dislexia. Os mesmos sintomas podem indicar outras síndromes neurológicas ou comportamentais.
Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve-se procurar ajuda especializada.
Uma equipe multidisciplinar formada por: Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista, Otorrinolaringologista e outros, conforme o caso.A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO DIFERENCIAL MULTIDISCIPLINAR.

PORQUÊ.... SOMOS DIS !??

PORQUÊ.... SOMOS DIS !??

COMO É A VIDA DE UMA PESSOA COM DIS...

PORQUÊ, SOMOS DIS !!!

Saiba , que entendo muito bem , quando vc fala (mal sabem eles o que tenho de fazer para chegar ate onde cheguei.... ´´e horrivel para mim. Agora vou ter que enfrentar um exame da ordem. Nao sei se mostro que sou dislexica ou nao para fazer a prova. Tenho que decidir, gostaria que vcs me orientasse o que devo fazer) vou te dar varias razões, para você não esconder que é dislexica, e outras tantas mais para você se cuidar e se respeitar em quanto há tempo. Seja quem você realmente é !!! Não seja preconceituosa com você mesma , como eu fui, por pura falta de conhecimento , coisa que você já tem.
e o mais importante ...tem a conciência dos seus direitos como cidadã. O meu conselho é: exerçar seus direitos e cumpra seus deveres, como ser pensante e atuante na nossa sociedade.

como vc sabe , também sou dislexica, mas só tive conciência do que estava acontecendo comigo, depois que ...já tinha meu emocional todo comprometido.
E mesmo assim , tive que passsar por mentirosa, pois já havia passado em um concurso publico, atuava como professora alfabetizadora e estava fazendo uma graduação em pedagogia. E te digo ...só eu e deus, sabia o que eu escondia !!!
Vivi toda minha vida com medo, e com vergunha , quando alguèm percebia meus erros ortograficos ,minha total incapacidade de escrever ao mesmo tempo que outra pessoa falava, não consiguia anotar as informações.
Com tudo isto, fui desfaçando para conseguir viver neste mundo letrado!!!
Até que minha mente e meu corpo , não suportou o estress!!! E tudo ficou encontrolavel, entrei em um processo de depressão, ansiedade e hiperatividade , altissimo.
Foi quando , fui em busca de ajuda medica. Sem saber o que eu escondia...os profissionais de saúde, se desdobraram em busca de explicações para o meu estado de saúde. Cada um chegou a um diagnostico conclusivo.
O psiquiatra, depressão e asiedade, que deveria ser trabalhada com terapia e medicação. A psicologa, hiperatividade causada por meu comportamento obcessivo de perfeição, e fata de confiança, deveria tentar me concentrar melhor no presente. O reumatologista, para ele eu estava com fibromialgia e outras coisas, causadas pelo estress, elevado, seria necessario procurar auternativas de relaxamento, e medicação. Fiz , hidroterapia, acupuntura, rpg , caminhada, cessão de relaxamento mental, com os psicologos, participei de programas para levantar minha auto-estima. Mais nada adiantava...tive outros sintomas, como gagueira, que foi trabalhado com a fonaldiologa. Labirintite, refluxo, que foram tratados por medicos da aréa, especialistas.
Depois tive problemas na visão, ai foi que tudo se entrelaçou, o oftalmologista , pedio um exame para descartar , adivinha o que?
Esclerose multipla....ai na resomância deu possitivo!!! E tudo levava a crer, neste diagnostico, quando se juntava tudo o que estava acontecendo com o meu corpo!!!
Pensa que acabou por ai!!?? Não! Tudo só estava recomeçando...
Mas paralelo a tudo isto, que vinha se passando, eu não parei de estudar, herá ponto de hora!!Para mim!! Fiquei de licença do trabalho , para tratamento, e ainda tive que enfrentar a doença da minha mãe que estava com o diagnostico de câncer. E meus filhos confusos e em plena adolecência. Eu estava completamente perdida!!!! Sem estrutura emocional, e sem controle cognitivo, esquecia as coisas , chorava muito,comecei a escrever e ler com muito mais dificuldades , já estava saindo da realidade, que me parecia um pesadelo!!
Mas, como uma boa dislexica, até então sem saber, não deixei de lutar contra o mundo. E quando estava fazendo minhas pesquisas para o trabalho do tcc, para conclusão do curso de graduação em pedagogia, sobre o tema que mais mim encomodava, os erros ortograficos em sala de aula e a visão do professor, quanto os problemas de aprendizagem. Por acaso, entrei no site da associação brasileira de dislexia, e quando estava lendo um depoimento de um dislexico adulto!!! O chão se abriu e o céu também...e as coisas foram tendo sentido, minha vida tava fazendo sentido. Eu estava diante , de uma explicação para a minha total "burrice"!!! Diante dos meus maiores medos, das minhas grandes vergunhas, das minhas piores dificuldades, e de tudo o que eu fazia questão de esconder, que erá a minha incompetência, diante do desafio de ler e escrever!!!
Mas o que eu julgava ter diante de me, toda solução para explicar todos as minhas angustias, sem fundamento , porquê , agora haveria uma razão. Senti meu esprírito leve, despreoculpado, pensei, agora não vou mais ter que mentir , tenho que revelar o meu maior segredo, e só atravez desta revelação serei liberta do medo, da vergunha, desta vida prisioneira da culpa de ser o que eu herá!!!
Bem , caros colegas, as coisas não foram, e não são tão faceis deste jeito que pensei...todos os profissionais de saúde que estavam , cuidando do meu equilibrio, duvidaram da minha verdade. Passaram a olhar , para me, como se eu estevesse, louca...e se perguntavam!!???
E questionavam, como eu tinha dislexia e tinha chegado onde cheguei sem ajuda!!??? Como eu saberia ler e escrever !!??? Porquê, e como poderia ter escondido isto!!!?? Bem , as respostas para estas perguntas, só eu e deus sabe o que tive que fazer,e tive que reunir forças,buscar conhecimento para meus argumentos e levanta uma quantia em dinheiro, para ir até são paulo, o unico lugar , onde teria profissionais seguramente competêntes para fazer o diagnostico, porquê todos os outros se mostravam completamente impossibilitados para assinar um laudo fechado de um diagnostico sobre dislexia.
E neste exato momento , luto contra todos os mesmos, sentimentos e há todos os mesmos pré-conceitos. E tenho que usar os mesmos meios para continuar sobrevivendo. Mas com uma diferênça fundamental,hoje já não tenho tanta vergonha de escrever errado, entendi que isto não mim tira o direito de ser respeitada e que sou competente e capaz .
Imagina ser ...professora alfabetizadora, pedagoga e atualmente estou fazendo pós- de psicopedagogia. Se tenho dificuldades...claro!! Se vejo discriminação nos olhos de muitos ...simmm!!! Fui aposentada pelo governo do distrito federal, por razões óbvias, que já não tenho forças para questionar.

Mas o que mais importa é que dessidi ir á luta, por mim e por nós!!

Quero que todo disléxico assuma sua condição, não somos doentes para procurar há cura...devemos ir a procura do entendimento do nosso ser pensante e atuante , diante desta sociedade letrada e preconceituosa.

Abjncrção!
Elizabete aguiar.
Perfil profissional:
Profª Elizabete M. Rodrigues R. da R. Aguiar.
Graduada em Pedagogia – UNB.
Especialização em Psicopedagogia Reeducativas Clínica e Institucional –UniEvangelica
Especialista e Neuropedagogia e Psicanálise – FTB.
Dir. Adm. Adjunta da Associação de Psicopedagogia – ABPp- Seção BRASÍLIA.
Profª da Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal – GDF.
Consultoria e Assessoria em Psicoeducação.