
HOMENAGEM A UM GRANDE AMIGO !!! Cláudio Teixeira
De Disléxico para Disléxico
Data: 01/08/2007 | Autor: Cláudio Teixeira - São Paulo
Não podemos nadar contra a correnteza, somos diferentes e é muito melhor ser assim; quer dizer que os outros 87% da população não pensam como nós. A natureza compensa tudo, da mesma forma que o surdo, o mudo tem mais tato, maior sensibilidade, etc . Naturalmente temos coisas que são infinitamente superiores aos normais , o segredo é achá-las , e como desenvolvê-las sem saber . Quando estamos conversando, sabemos que além do assunto, já resolvemos até a cor da cortina, a textura da parede, coisas que alguém nem pensou; nos adaptamos com muita facilidade aos assuntos com a menor informação possível. Na prática a prática é mais fácil .
Regras
1- Aprenda a gostar de quem gosta de você . (é o caminho mais curto para ser feliz)
2- Não se preocupe com a sua organização ela é muito boa . (melhore sempre a atenção)
3- Crie pilares para a sua sustentação e equilíbrio, e seja fiel a eles (família , secretárias , amigos)
4- Aja com a intuição , tenha bom senso . (faça o que você naturalmente gosta de fazer e trabalhe com isso)
5- Tenha calma , muita calma. (é necessário para andarmos no mesmo giro dos 87%)
6- Não se magoe ou não dê bola para quem não é seu amigo . (faça duas escalas e qualifique em qual lugar ele merece ficar)
7- Dê ouvidos aos mais velhos . (eles dizem sem escrever)
É natural que a auto-estima é necessária. Pratique esportes, vista-se bem, abra os ouvidos, aprenda olhando, que os resultados virão. Nem sempre é rápido .Após vinte anos de trabalho, sei que é muito melhor ir a uma reunião sem papéis para escrever ou expor, fazer algumas anotações e pronto; sem contar as soluções que aparecem com rapidez ... e a “ata”, deixa para outro fazer. Não precisamos perder tempo com isso.
AUTOR: Cláudio Teixeira
maio 08, 2008
De Disléxico para Disléxico
GOSTARIA DE RECEBER A COOPERAÇÃO DE TODOS.

É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARIA DE RECEBER A COOPERAÇÃO DE TODOS OS AMIGOS DESTE BLOG.
SOU DISLEXICA E ATUALMENTE , PEDAGOGA APOSENTADA PELO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. PSICOPEDAGOGA CLÍNICA E INSTITUCIONAL.
MEU MAIOR OBJETIVO HOJE, É A DIVULGAÇÃO E CONCIÊNTIZAÇÃO DA COMUNIDADE DISLEXICA.
COMO OS PAIS , AMIGOS PROFESSORES E O PROPRIO DISLEXICO. PARA QUE ELE BUSQUE SEUS DIREITOS E UM LUGAR NO MERCADO DE TRABALHO.
E BUSCO CONTATOS COM PROFISSIONAIS ABILITADOS PARA O ATENDIMENTO DE DISLEXICOS, TENHO RECEBIDO E-MAIL PEDINDO INFORMAÇÕES.
DESDE JÁ AGRADEÇO.
CANAIS DE COMUNICAÇÃO:
o e-mail é para pessoas que estão interessadas em receber os comunicados e trocar idéias sobre dislexia.
MSN; psico.dis.lexic@hotmail.com
MSN: dis.lexic@hotmail.com
E ESTAMOS NA COMUNIDADE DO ORKUT: DISLEXOS CONHEÇA SEUS DIREITOS
E NO PERFIL DO ORKUT: DISLEXICOS QUEREMOS CONTATO.
NOSSO BLOG.
DIS.LEXICOS@IBA_SEUS_DIREITOS http://dislexicosaibaseusdireitos.blogspot.com/
NOS FAÇA UMA VISITA, E CONHEÇA NOSSO TRABALHO.
ATENCIOSAMENTE.
ELIZABETE RODRIGUES
PEDAGOGA/PSICOPEDAGOGA E DISLEXICA.

Concursos podem ter avaliação específica para disléxicos
FONTE DE PESQUISA: www.marialuciaprandi.com.br/novo/noticias.asp...
Os portadores de dislexia poderão ter critérios específicos para sua avaliação nos concursos realizados para preenchimento de cargos públicos no Governo Estadual, Assembléia Legislativa e Tribunal de Justiça. É o que propõe a deputada estadual Maria Lúcia Prandi, por meio de dois projetos e uma indicação protocolados no Parlamento de São Paulo. Ela já é autora da Lei 12.524/07, que cria o Programa Estadual de Identificação e Tratamento da Dislexia na Rede de Educação. Pelas propostas da parlamentar, as fichas de inscrição deverão conter campo específico para que o candidato registre sua condição de disléxico. Além disso, deverá apresentar laudo médico comprobatório do distúrbio. Caso aprovado nas etapas classificatórias do concurso, deverá se submeter a exame por uma equipe técnica multidisciplinar para confirmação do diagnóstico.
“Esta equipe deverá ser composta por profissionais das áreas de psicologia, fonoaudiologia, psicopedagogia, avaliação audiométrica, processamento auditivo, medicina neurológica e medicina olftalmológica, com especialização em distúrbios de aprendizagem. A meta não é garantir cotas, mas sim estabelecer critérios que permitam correta avaliação dos disléxicos, que encontram dificuldade nos métodos tradicionais”, explica a deputada.
Para formular as propostas, a parlamentar obteve apoio técnico na Associação Brasileira de Dislexia e de outros profissionais que atuam nesse segmento. Pesquisas revelam que entre 5% e 17% da população mundial têm dislexia, um distúrbio da linguagem. Isto dificulta a leitura e, conseqüentemente, a compreensão e interpretação de textos.
Estudos nacionais e internacionais apontam alguns itens que devem ser priorizados na elaboração de avaliações dos portadores de dislexia. Entre outros, é fundamental que os enunciados das questões sejam concisos, claros e objetivos. Se possível, deve ser dada prioridade a avaliações orais. Se houver aplicação de interpretação de texto, é imprescindível que ele seja dividido em trechos pequenos. Outro aspecto é privilegiar a avaliação de conceitos e habilidades, não de definições. Também é importante garantir um tempo maior para realização da prova. Além disso, o ideal é que alguém possa ler os enunciados, textos e alternativas, uma questão por vez.
Santos, 21 de dezembro de 2007.
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.marialuciaprandi.com.br/novo/images/press.jpg&imgrefurl=http://www.marialuciaprandi.com.br/novo/noticias.asp%3FidCodigo%3D998&h=119&w=259&sz=36&hl=pt-BR&start=18&tbnid=8v2WiG8fwSTLTM:&tbnh=51&tbnw=112&prev=/images%3Fq%3DLEIS%2BPARA%2BDISLEXICOS%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG
Projetos de leis para dislexicos

Projetos de leis para dislexicos.
FONTE DE PESQUISA: http://www.apad-dislexia.org.br/projetos.htm
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Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva - SEESP/MEC
A APAD, mobilizada junto a AND, em 29 de outubro de 2007, elaborou um documento que sensibilizasse o Grupo de Trabalho da
SEESP/MEC, responsável pela elaboração do novo Plano Nacional de Educação quanto à Dislexia. O texto preliminar do Projeto da
SEESP/MEC encontra-se disponível no site http://portal.mec.gov.br/seesp .
Segue abaixo documento final encaminhado pela AND para a SEESP/MEC:
"AO GT DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
A Associação Nacional de Dislexia - AND, vem parabenizar a Secretaria de Educação Especial do MEC (SEESP/MEC), pela iniciativa
de atualizar o texto da Política Nacional de Educação Especial. Desejando colaborar dentro do prazo estabelecido a AND apresenta
os seguintes comentários:
1. Lamentamos não ter participado dos eventos nos quais foram debatidos os importantes temas que constam do documento,
embora a AND tenha promovido várias articulações com a SEESP/MEC, ao longo de 2006/07;
2. Igualmente sentimos falta de referências explícitas aos transtornos funcionais específicos, tais como: Dislexia, Disortografia,
Disgrafia, Discalculia, Transtorno de Atenção e Hiperatividade dentre outros;
3. Cumpre esclarecer que tais manifestações não fazem parte dos Transtornos Globais do Desenvolvimento mencionados, mais
de uma vez, no texto da nova Política;
4. O alunado com Transtornos Funcionais Específicos, descritos no DSM-IV e CID-10, ainda não está contemplado no texto
da Política Nacional de Educação Especial, provavelmente porque é baixa a visibilidade do problema na medida em que pode
ser confundido com outras manifestações de necessidades educacionais especiais.
5. Os altos índices de fracasso escolar, incluindo-se a evasão, provavelmente contém uma considerável população de alunos com
Transtornos Funcionais Específicos, que não constam das estatísticas educacionais. Evidência desta afirmativa é que tais alunos
não são mencionados no item 39 da versão preliminar do documento em análise.
A Associação Nacional de Dislexia- AND vem, portanto solicitar que os Transtornos Funcionais Específicos constem claramente
do texto definitivo da Política porque se manifestam em alunos, que igualmente apresentam necessidades educacionais especiais.
Estes alunos podem ser atendidos em classes regulares como já vem ocorrendo com sucesso, em outros países, desde que recebam
o apoio direcionado à especificidade do transtorno.
A AND coloca-se, mais uma vez, à disposição da SEESP/MEC, para oferecer subsídios ao item VI- Orientações ao Sistema e se
disponibiliza para qualquer tipo de ajuda que a SEESP/MEC julgar necessária."
Emenda Modificativa da Vereadora Andréa Gouvêa Vieira do PLANO
MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Ciente quanto às dificuldades encontradas pelo disléxicos em sua escolaridade, a Vereadora Andréa Vieira ,enquanto autora da
emenda modificativa ao projeto de lei nº899/06, ouviu a APAD sobre a necessidade da atualização dos profissionais de educação
para o atendimento ao aluno com dislexia, além da inclusão das acomodações nos procedimentos pedagógicos.
ESTAMOS TRABALHANDO PARA ORGANIZAR O MATERIAL QUE SERÁ ENVIADO A VEREADORA!
Projeto de Lei nº 455/2007 do deputado Alessandro Molon
Dispõe sobre medidas para identificação e tratamento da dislexia na rede estadual de educação e dá outras providências. (veja o link abaixo)
http://www.alerj.rj.gov.br/processo3.htm
Projeto de Lei nº 616/2007 do deputado Alessandro Molon
Assegura a adaptação de provas e exames públicos às pessoas com necessidades especiais. (veja o link abaixo)
http://www.alerj.rj.gov.br/processo3.htm
Projeto para a Formação de um Grupo de Estudos com o MEC
PROPOSTA ENCAMINHADA AO MEC EM DEZEMBRO 2006:
SUBSÍDIOS: PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO PARA INCLUSÃO ESCOLAR DE DISLÉXICOS
Breve histórico da proposta
A proposta de criação de um Grupo de Trabalho, pela Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação , é resultante
do consenso alcançado no 1º Encontro Nacional Sobre Dislexia na Política de Inclusão Escolar, ocorrido aos 16/09/2006, na
cidade do Rio de Janeiro, contando com a presença de representantes da SEESP/MEC -Secretaria de Educação Especial do
Ministério da Educação; APAD - Associação de Pais e Amigos de Portadores de Dislexia; AND – Associação Nacional de Dislexia;
entre outras instituições governamentais e não-governamentais, além de cerca de 120 pais e profissionais da educação.
Tal proposta, considerada da maior importância e urgência, devido à falta de esclarecimentos de como proceder nas escolas
com alunos disléxicos, justifica-se porque:
• A lei LDB 9.394/96 garante o atendimento às necessidades especiais de todos os estudantes matriculados na rede de
ensino. Como os alunos com dislexia têm necessidades especiais próprias, deverão estar nas redes de ensino e serem
reconhecidos como cidadãos merecedores das atenções especializadas para exercitar esses mesmos direitos;.
Objetivos
• Desenvolvimento de um plano de ações conjuntas entre o Estado e a Sociedade Civil Organizada, por meio de mecanismos
e instrumentos legais e operacionais, que assegurem a plena integração das pessoas com dislexia, garantindo-lhes acesso,
ingresso e permanência com sucesso na vida escolar.
• Contemplar com clareza e objetividade, em textos legais e em outros documentos normativos, as necessidades educacionais
de alunos com dislexia, entendida como transtorno funcional da linguagem que repercute na aprendizagem escolar;
• Garantir a efetividade dos programas de atendimento educacional especializado e inclusão escolar de alunos com dislexia,
independentemente de suas condições sócio-econômicas, idade ou raça.
• Instrumentalizar os educadores e o alunado de nível superior das áreas relacionadas à educação quanto ao conhecimento
da problemática enfrentada por disléxicos, favorecendo a identificação e encaminhamento para equipes multidisciplinares que
realizam o diagnóstico e posterior atendimento.
Reivindicações apresentadas pela APAD para garantia de sucesso escolar
1. Maior tempo para os exames escritos.
2. Aplicação de testes e provas orais a fim de compor a média final do educando.
3. Leitura e explicação dos testes escolares escritos.
4. Língua estrangeira não deve se constituir como uma limitação para a promoção do aluno à série seguinte.
5. Ortografia e erros ortográficos não devem ser considerados para efeito de aferição de notas escolares.
6. Aumento da letra nas provas dos disléxicos
7. Condições para que as crianças com aspectos preditivos de dislexia tenham acesso ao nível fonológico da palavra,
mediadas pela intervenção pedagógica.
8. Que o MEC lidere a elaboração de diretrizes para as questões relativas à garantia de direitos das pessoas disléxicas na
Política de Nacional de Educação Inclusiva.
Conclusões
Pessoas com necessidades especiais já vêm sendo atendidas em suas particularidades, sendo respeitadas em seus
direitos a atendimento escolar diferenciado e nesse sentido podemos concluir que pessoas com dislexia merecem ter
garantido os seus direitos de cidadania na vida escolar.
O que será que vem dificultando o processo de inclusão real dos alunos com dislexia na Política Nacional de Educação
Inclusiva? Acreditamos que a solução está ao nosso alcance.
Nos paises onde a dislexia já é reconhecida como um transtorno funcional de linguagem há legislação específica regulamentando
estes direitos. Pais de pessoas com dislexia não precisam mais pedir o favor de incluírem seus filhos nas escolas. Ao contrário,
as escolas afixam editais em seus quadros de aviso orientando os procedimentos a serem tomados por pessoas com
dislexia para a execução de provas em regimes especiais. São as escolas que alertam e garantem aos disléxicos os
direitos a serem atendidos em suas necessidades especiais.
O Brasil já chegou ao Futuro. Acreditamos que vontade política agregada a um bom nível de informação à sociedade e
formação de profissionais especializados, irá mudar para melhor o destino de significativa população com dislexia.
A efetiva inclusão escolar e social de pessoas com dislexia é tarefa do Estado e da sociedade civil e só uma real parceria
dessas instâncias trará resultados concretos para se atingir esse objetivo, razão pela qual a APAD e a AND se prontificaram
a participar do Grupo de Trabalho proposto.
maio 07, 2008
Vinte milhões de pessoas sofrem de dislexia no Brasil
Sexta-Feira, 2 de Maio de 2008, 15:53
Vinte milhões de pessoas sofrem de dislexia no Brasil
De A Tribuna On-line
Vinte milhões de pessoas sofrem de dislexia no Brasil. A dificuldade para ler e escrever já foi confundida com preguiça, mas é um problema que tem solução.
O problema é hereditário e atinge mais o sexo masculino. Segundo a neuropediatra Marli de Andrade, é uma disfunção cerebral que causa dificuldade no aprendizado.
“São pacientes que confundem até o esquerdo com o direito e não conseguem manusear bem mapas catálogos de telefone”, explica.
O problema pode ser detectado por neurologistas, fonoaudiólogos e oftalmologistas. Em 70% dos casos de dislexia visual um olho lê mais rápido do que o outro esta demora da mensagem completa chegar ao cérebro é que provoca a distorção das palavras a captação incorreta da luz natural ou artificial também causa o problema.
Lentes coloridas estão sendo usadas no tratamento. Para quem não tem dislexia, elas só mudam as cores dos objetos, mas para as pessoas que têm a deficiência é a chance de enxergar o mundo real.
Quanto mais cedo o diagnóstico, menos traumas e atrasos na escola, alertam os médicos. Há um mês fazer o dever de casa deixou de ser um tormento para a adolescente Roberta. “Ah não balança. Fica retinho não fica torto. Fica normal”, diz. O sincronismo visual nas partituras também estimulou a jovem, de 12 anos, a voltar a compor. As informações são do Jornal Hoje.
FONTE DE PESQUISA: http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=354112&opr=77
maio 03, 2008
Dislexia tem tratamento também para os adultos

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Dislexia tem tratamento também para os adultos
Data de Publicação: 12 de novembro de 2007
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MÁRCIO PINHO
Nunca é tarde para aprender.
Essa frase resume a idéia de especialistas de que jovens e adultos com dislexia, que não detectaram ou não trataram esse distúrbio de aprendizagem ainda nos primeiros anos de escola, podem buscar tratamento em qualquer momento da vida e minimizar as dificuldades com a leitura, a escrita ou a fala.
Isso significa que quem achou durante anos que a escola era muito difícil ou que não tinha vocação para estudar ainda tem chance de aprimorar suas habilidades. Muitos estão buscando tratamentos para resolver dificuldades no trabalho ou para voltar à sala de aula.
A possibilidade de melhora começa pelo fato de a dislexia não ser uma doença, mas um transtorno de aprendizagem. O disléxico utiliza cerca de quatro vezes mais áreas do cérebro em atividades como a leitura. Por isso, as informações às vezes se ‘embaralham’ e ele cansa mais rápido. Não se trata de um problema de inteligência.
Segundo Birgit Mobus, fonoaudióloga e psicopedagoga da Escola Suíço-Brasileira, o tratamento nos adultos é muito parecido ao aplicado em crianças e inclui exercícios como a identificação de sons e sílabas, jogos, rimas, leituras etc.
Ela diz que o tratamento em crianças é muito indicado “para evitar que fiquem com baixa auto-estima e desistam dos estudos”. Nessa fase, o cérebro facilita o aprendizado porque cria conexões mais facilmente.
Contudo, ela diz que “os resultados também são bons após a infância, mas com recursos diferentes. O cérebro desenvolve áreas de compensação.”
Um estudo feito recentemente pela Universidade de Padova, na Itália, sugere que ‘não há idade’ para recuperar o tempo perdido. Os pesquisadores mostraram que alunos disléxicos de 6ª, 7ª e 8ª séries tiveram a mesma melhora que os de 3ª e 4ª séries, momento em que geralmente é indicado o início do tratamento, após exercícios para a fluência e precisão na leitura oral de textos.
Após frequentarem uma clínica por período de três a quatro meses, os alunos ‘mais velhos’, de um grupo de 55 crianças, tiveram resultados semelhantes aos mais novos na qualidade e na rapidez da leitura.
Muitos pais hoje descobrem que são disléxicos após o problema ser detectado no filho, já que o distúrbio é genético.
Segundo Raquel Caruso, psicopedagoga da clínica Edac, a dislexia pode ser detectada dois anos após o início da alfabetização, geralmente entre a 2ª e a 3ª séries, mas muitos profissionais ainda não estão preparados para identificar o distúrbio.
Ir bem nos vestibular e entrar em uma boa faculdade são objetivos que levam muitos jovens com dislexia a buscar maneiras de melhorar suas habilidades em ler e escrever.
Marcelo Whitaker, 19, está no primeiro ano de direito no Mackenzie, em São Paulo, e lembra que teve seu distúrbio diagnosticado apenas aos 13 anos. “Fiz tratamento no ensino médio. Antes, estudava em São Carlos [interior de SP], e ninguém descobria porque eu ia mal na escola. Era considerado um aluno problema.”
Ele diz que fez exercícios de leitura e memorização e conseguiu melhorar a atenção nas aulas. O ponto alto de sua melhora foi fazer o vestibular sem ter que aproveitar as vantagens oferecidas a disléxicos em muitos exames.
Segundo Maria Inês de Luca, da Associação Brasileira de Dislexia, os alunos geralmente têm mais tempo de prova e contam com a ajuda para ler textos ou fazer redações.
Superado esse desafio, hoje ele tem outro: memorizar leis e incisos nos livros de direito. A hora do vestibular é um momento de esforço para jovens disléxicos.
Próximo texto:
JP Saude Cuidados a ser tomados com a coluna
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Pagina Gospel Restaurando o senso de valor
Índice da edição - Edição 22,429

ENTRE E OUÇA PELA RADIO CBN/ SOBRE DISLEXIA.http://www.cbnmaringa.com.br/?page=busca
CBN Saúde - Parte I 12/02/2007 12:02 Dislexia é um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração
CBN Saúde - Parte II
12/02/2007 12:01 Ouça a entrevista sobre dislexia com a fonoaudióloga Carla Ghirello Pires
CBN Saúde - Parte III12/02/2007 12:00 Ouça a entrevista sobre dislexia com a fonoaudióloga Carla Ghirello Pires
CBN Saúde - Parte IV12/02/2007 11:58 Ouça a entrevista sobre dislexia com a fonoaudióloga Carla Ghirello Pires
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/dinamico/busca1.asp?pagina=1&busca=dislexia&corseparador=ECE9D8&rss=saudeemfoco%2Exml&id=0®istros=5&dia=&mes=&ano=&periodo=
Sábado, 15 de março de 2008
Letra 'feia' pode ser sinal de dislexia ou algum problema psicológico
Entrevista com Raquel Caruso, fonoaudióloga, psicomotricista e coordenadora da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico da Associação Brasileira de Dislexia
Letra 'feia' pode ser sinal de dislexia ou algum problema psicológico
Entrevista com Raquel Caruso, fonoaudióloga, psicomotricista e coordenadora da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico da Associação Brasileira de Dislexia
Quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Associação Brasileira de Dislexia está aplicando um diagnóstico multidisciplinar para constatação da dislexia, envolvendo profissionais de diversas áreas
Entrevista com Maria Angela Nogueira Nico, coordenadora técnica e científica da Associação Brasileira de Dislexia e uma das autoras da cartilha 'Facilitando a Alfabetização'
Segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Livro "A dislexia em questão" reapresenta o conceito do distúrbio e mostra uma forma inovadora de compreender crianças e adultos com comportamento diferente do padrão na hora de aprender a escrever
Entrevista com Giselle Massi, fonoaudióloga e professora no curso de doutorado em Distúrbios da Comunicação, da Universidade Tuiuti do Paraná
Sábado, 24 de fevereiro de 2007
Associação Brasileira de Dislexia quer que governo federal dê tratamento especial às pessoas com dislexia em exames vestibulares
Entrevista com Maria Angela Nogueira Nico, fonaudióloga e Coordenadora Técnica e Científica e da ABD
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/dinamico/busca1.asp?pagina=2&busca=dislexia&corseparador=ECE9D8&rss=saudeemfoco%2Exml&id=0®istros=5&dia=&mes=&ano=&periodo=
Domingo, 5 de março de 2006
Com o início do ano letivo, começa também uma campanha para sensibilizar sindicatos, universidades, colégios e professores sobre a dislexia/TDAH na educação
Entrevista com Edson Pinho, presidente da Associação de Pais de Portadores de Dislexia/TDAH (APA)
Sábado, 17 de julho de 2004
Pais devem estar atentos a distúrbios de aprendizagem como a dislexia
Entrevista com Maria Ângelo Nico, psicopedagoga, fonoaudióloga e coordenadora técnica e científica da Associação Brasileira de Dislexia
Terça-feira, 28 de outubro de 2003
Crianças que apresentam problemas para ler e escrever podem estar sofrendo de dislexia
Entrevista com Maria Ângela Nico, coordenadora técnica da Associação Brasileira de Dislexia
FONTE DE PESQUISA: http://www.cbnmaringa.com.br/?page=busca
maio 02, 2008
Problemática Emocional em crianças com dislexia.

As repercussões da dislexia manifestam-se quer ao nível do sucesso escolar, quer ao nível do comportamento da criança, originando nestes dois domínios perturbações de gravidade variável.
Os pais e professores deverão estar atentos para os seguintes sinais emocionais:
Reduzida motivação e empenho nas actividades que implicam competências de leitura e escrita
Sintomatologia ansiosa perante situações de avaliação
Sentimento de tristeza e de auto-culpabilização
Sentimento de insegurança e de vergonha
Sentimento de incapacidade, inferioridade e de frustração
Atitude depressiva diante das suas dificuldades
Agressividade e angústia
Reduzida auto-estima e auto-conceito escolar
Problemas comportamentais: de oposição e desobediência perante as figuras de autoridade (pais, professores, etc.), hiperactividade, défice atencional, etc.
Enurese nocturna, perturbação do sono, etc.
Detectar os sinais e diagnosticá-los precocemente, facilita o processo de apoio e diminui as dificuldades de aprendizagem da criança.
FONTE DE PESQUISA: http://anadurao.tripod.com/dislexia/id3.html
maio 01, 2008
Natureza das dificuldades de leitura em crianças brasileiras com dislexia do desenvolvimento.

RESUMO
_______Segundo uma abordagem de processamento de informação, diferentes estratégias de leitura prevalecem em diferentes estágios, dependendo das características da escrita. No primeiro estágio, logográfico, prevalece a estratégia logográfica, em que o reconhecimento é limitado a umas poucas palavras familiares e dificultado por paralexias. No segundo, alfabético, prevalece a estratégia fonológica de decodificação grafema-fonema, que permite a leitura de palavras novas, desde que sejam regulares grafofonemicamente. No terceiro, ortográfico, prevalece a estratégia lexical de reconhecimento visual direto, que permite ler palavras grafofonemicamente irregulares, desde que sejam familiares. O Teste de Competência de Leitura de Palavras e Pseudopalavras (TCLPP) analisa, sistematicamente, a habilidade de usar cada estratégia. Compõe-se de sete tipos de pares figura-escrita, i.e., uma figura associada a uma palavra ou pseudopalavra. A tarefa é circular os pares corretos e cruzar os incorretos. Os dois primeiros consistem de palavras grafofonemicamente regulares ou irregulares associadas a suas correspondentes figuras. Os cinco últimos consistem de palavras associadas a figuras diferentes, ou a pseudopalavras de quatro tipos: pseudopalavras com pronúncia idêntica à de palavras; pseudopalavras com aspecto similar ao de palavras; pseudopalavras com pronúncia similar em relação à de palavras; e pseudopalavras sem semelhança visual ou fonológica com palavras. Usando TCLPP, o estudo analisou estratégias de leitura de 13 disléxicos, comparando-as às de 2196 normoléxicos de 1a.-7a. série. Resultados mostraram que as dificuldades são basicamente fonológicas. Disléxicos foram tão bem quanto normoléxicos na leitura de palavras, mas significativamente pior na de pseudopalavras, especialmente naquelas com aspecto similar ao de palavras e naquelas com pronúncia similar à de palavras. O estudo corroborou a noção de que o processamento fonológico é o principal quesito de leitura e escrita alfabéticas, e que distúrbios naquele processamento são responsáveis pelas dificuldades específicas de leitura que caracterizam a dislexia do desenvolvimento
FONTE DE PESQUISA:
Alessandra Gotuzo Seabra CAPOVILLA;
Fernando César CAPOVILLA;
Bruna Tonietti TREVISAN &
Maria do Carmo Alves de REZENDE

”O disléxico precisa olhar atentamente, ouvir atentamente, atentar aos movimentos da mão quando escreve e prestar atenção aos movimentos da boca quando fala. Assim sendo, a criança disléxica associará a forma escrita de uma letra tanto com seu som como com os movimentos da mão para escrevê-la. O aprendizado deve ser feito de forma sistemática e cumulativa. Sendo ainda cada caso um caso específico, devem ser levadas em consideração as particularidades de cada um”. (NICO)
Então, como diagnosticar a dislexia?
Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes que seja feito um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, mas não confirmam a dislexia. Os mesmos sintomas podem indicar outras síndromes neurológicas ou comportamentais.
Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve-se procurar ajuda especializada.
Uma equipe multidisciplinar formada por: Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista, Otorrinolaringologista e outros, conforme o caso.A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO DIFERENCIAL MULTIDISCIPLINAR.
COMO É A VIDA DE UMA PESSOA COM DIS...
Saiba , que entendo muito bem , quando vc fala (mal sabem eles o que tenho de fazer para chegar ate onde cheguei.... ´´e horrivel para mim. Agora vou ter que enfrentar um exame da ordem. Nao sei se mostro que sou dislexica ou nao para fazer a prova. Tenho que decidir, gostaria que vcs me orientasse o que devo fazer) vou te dar varias razões, para você não esconder que é dislexica, e outras tantas mais para você se cuidar e se respeitar em quanto há tempo. Seja quem você realmente é !!! Não seja preconceituosa com você mesma , como eu fui, por pura falta de conhecimento , coisa que você já tem.
e o mais importante ...tem a conciência dos seus direitos como cidadã. O meu conselho é: exerçar seus direitos e cumpra seus deveres, como ser pensante e atuante na nossa sociedade.
como vc sabe , também sou dislexica, mas só tive conciência do que estava acontecendo comigo, depois que ...já tinha meu emocional todo comprometido.
E mesmo assim , tive que passsar por mentirosa, pois já havia passado em um concurso publico, atuava como professora alfabetizadora e estava fazendo uma graduação em pedagogia. E te digo ...só eu e deus, sabia o que eu escondia !!!
Vivi toda minha vida com medo, e com vergunha , quando alguèm percebia meus erros ortograficos ,minha total incapacidade de escrever ao mesmo tempo que outra pessoa falava, não consiguia anotar as informações.
Com tudo isto, fui desfaçando para conseguir viver neste mundo letrado!!!
Até que minha mente e meu corpo , não suportou o estress!!! E tudo ficou encontrolavel, entrei em um processo de depressão, ansiedade e hiperatividade , altissimo.
Foi quando , fui em busca de ajuda medica. Sem saber o que eu escondia...os profissionais de saúde, se desdobraram em busca de explicações para o meu estado de saúde. Cada um chegou a um diagnostico conclusivo.
O psiquiatra, depressão e asiedade, que deveria ser trabalhada com terapia e medicação. A psicologa, hiperatividade causada por meu comportamento obcessivo de perfeição, e fata de confiança, deveria tentar me concentrar melhor no presente. O reumatologista, para ele eu estava com fibromialgia e outras coisas, causadas pelo estress, elevado, seria necessario procurar auternativas de relaxamento, e medicação. Fiz , hidroterapia, acupuntura, rpg , caminhada, cessão de relaxamento mental, com os psicologos, participei de programas para levantar minha auto-estima. Mais nada adiantava...tive outros sintomas, como gagueira, que foi trabalhado com a fonaldiologa. Labirintite, refluxo, que foram tratados por medicos da aréa, especialistas.
Depois tive problemas na visão, ai foi que tudo se entrelaçou, o oftalmologista , pedio um exame para descartar , adivinha o que?
Esclerose multipla....ai na resomância deu possitivo!!! E tudo levava a crer, neste diagnostico, quando se juntava tudo o que estava acontecendo com o meu corpo!!!
Pensa que acabou por ai!!?? Não! Tudo só estava recomeçando...
Mas paralelo a tudo isto, que vinha se passando, eu não parei de estudar, herá ponto de hora!!Para mim!! Fiquei de licença do trabalho , para tratamento, e ainda tive que enfrentar a doença da minha mãe que estava com o diagnostico de câncer. E meus filhos confusos e em plena adolecência. Eu estava completamente perdida!!!! Sem estrutura emocional, e sem controle cognitivo, esquecia as coisas , chorava muito,comecei a escrever e ler com muito mais dificuldades , já estava saindo da realidade, que me parecia um pesadelo!!
Mas, como uma boa dislexica, até então sem saber, não deixei de lutar contra o mundo. E quando estava fazendo minhas pesquisas para o trabalho do tcc, para conclusão do curso de graduação em pedagogia, sobre o tema que mais mim encomodava, os erros ortograficos em sala de aula e a visão do professor, quanto os problemas de aprendizagem. Por acaso, entrei no site da associação brasileira de dislexia, e quando estava lendo um depoimento de um dislexico adulto!!! O chão se abriu e o céu também...e as coisas foram tendo sentido, minha vida tava fazendo sentido. Eu estava diante , de uma explicação para a minha total "burrice"!!! Diante dos meus maiores medos, das minhas grandes vergunhas, das minhas piores dificuldades, e de tudo o que eu fazia questão de esconder, que erá a minha incompetência, diante do desafio de ler e escrever!!!
Mas o que eu julgava ter diante de me, toda solução para explicar todos as minhas angustias, sem fundamento , porquê , agora haveria uma razão. Senti meu esprírito leve, despreoculpado, pensei, agora não vou mais ter que mentir , tenho que revelar o meu maior segredo, e só atravez desta revelação serei liberta do medo, da vergunha, desta vida prisioneira da culpa de ser o que eu herá!!!
Bem , caros colegas, as coisas não foram, e não são tão faceis deste jeito que pensei...todos os profissionais de saúde que estavam , cuidando do meu equilibrio, duvidaram da minha verdade. Passaram a olhar , para me, como se eu estevesse, louca...e se perguntavam!!???
E questionavam, como eu tinha dislexia e tinha chegado onde cheguei sem ajuda!!??? Como eu saberia ler e escrever !!??? Porquê, e como poderia ter escondido isto!!!?? Bem , as respostas para estas perguntas, só eu e deus sabe o que tive que fazer,e tive que reunir forças,buscar conhecimento para meus argumentos e levanta uma quantia em dinheiro, para ir até são paulo, o unico lugar , onde teria profissionais seguramente competêntes para fazer o diagnostico, porquê todos os outros se mostravam completamente impossibilitados para assinar um laudo fechado de um diagnostico sobre dislexia.
E neste exato momento , luto contra todos os mesmos, sentimentos e há todos os mesmos pré-conceitos. E tenho que usar os mesmos meios para continuar sobrevivendo. Mas com uma diferênça fundamental,hoje já não tenho tanta vergonha de escrever errado, entendi que isto não mim tira o direito de ser respeitada e que sou competente e capaz .
Imagina ser ...professora alfabetizadora, pedagoga e atualmente estou fazendo pós- de psicopedagogia. Se tenho dificuldades...claro!! Se vejo discriminação nos olhos de muitos ...simmm!!! Fui aposentada pelo governo do distrito federal, por razões óbvias, que já não tenho forças para questionar.
Mas o que mais importa é que dessidi ir á luta, por mim e por nós!!
Quero que todo disléxico assuma sua condição, não somos doentes para procurar há cura...devemos ir a procura do entendimento do nosso ser pensante e atuante , diante desta sociedade letrada e preconceituosa.
Abjncrção!
Elizabete aguiar.
Perfil profissional:
Profª Elizabete M. Rodrigues R. da R. Aguiar.
Graduada em Pedagogia – UNB.
Especialização em Psicopedagogia Reeducativas Clínica e Institucional –UniEvangelica
Especialista e Neuropedagogia e Psicanálise – FTB.
Dir. Adm. Adjunta da Associação de Psicopedagogia – ABPp- Seção BRASÍLIA.
Profª da Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal – GDF.
Consultoria e Assessoria em Psicoeducação.

